Hockey Hall of Fame
Terça, 6 de Janeiro de 2009

Depois de quase dois meses em Toronto tomando Nescafé “importado”do Brasil, acabei achando uma máquina de espresso a preço de cafezinho e resolvi arriscar, mesmo contra os protestos silenciosos do Alex (isso já é uma outra história), que sugeriu que eu empatasse umas 2mil doletas numa máquina usada que um colega dele estava vendendo…
Para alguém que ganha em dólar e já teve 5 máquinas de espresso diferentes e foi upgrading ao longo do tempo, é claro que faz “todo” o sentido em investir direto na máquina “definitiva”né?
Mas não para moi aqui, que além de não ganhar em dólar (e atualmente nem em real, pesos ou rúpias…), mal sei tirar o espresso da minha super-hiper-simples Krups XP 4030. Por 99 dólares, achei que era um bom deal já que o preço normal é por volta dos 170 dólares ou mais.
Talvez os 70 mangos ausentes fazem falta quando você liga a bicha e ela treme e geme parecendo que vai desmontar. Ou quando após frothing o leite, ela cospe vapor pelas ventas (e por todos os demais orifícios…).
A idéia de ter uma máquina de espresso é quase melhor que o café que ela faz. E para quem não tem a menor idéia de como diferenciar as diferentes tostagens, está de bom tamanho.
Abaixo, a nova estrela da nossa cozinha:
I guess these updates are more to myself (as I don’t really believe anyone is following this blog anyways)…
Watching the English by Kate Fox

Playing for Pizza by John Grisham

The Amber Warning by Robert Ludlum

Do mesmo autor de “Um antropólogo em Marte”, este livro analisa o que ocorre com o cérebro humano ao fazer ou ouvir música.
Gosto MUITO de alguns estilos de música (Rock e suas variantes, Blues, Jazz) e detesto com a mesma intensidade (ou ignoro solenemente) uns tantos outros, como Axé, Pagode, Samba, Eletronico, Putz-putz, Sertanejo etc… Mas antes que você ache que sou preconceituoso, note que (pelo menos de acordo com o livro de Sacks), alguns sons são capazes de produzir reações extremamente desagradáveis em alguns indivíduos, em alguns casos até desencadeando ataques epiléticos.
Vale a pena dar uma conferida. (Não deixe de ler também o “Antropólogo em Marte”, sobre problemas neurológicos relacionados à visão).

Hoje relendo trechos da Autobiografia de Ansel Adams resolvi listar meus livros de cabeceira. A ordem é aleatória, não implica que o #1 é “melhor” que o #2 e vice-versa. Porém considero-os parte da minha vida e formação.
Ícone da fotografia, escritor, professor e preservacionista, Adams levou a fotografia a outros patamares. The higher, the better…
Inseri hoje nos links o blog de Simonetta Persichetti, indispensável.
http://tramafotografica.wordpress.com/
Aproveitem,
Gustavo

Com curadoria de Silvia Hayashi e Laura Faerman, acontece nos espaços da Caixa Cultural em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador a mostra FILMES DE RAY e CHARLES EAMES, trazendo o lado pouco conhecido do casal ícone em design e arquitetura. O evento é uma realização da MC2 Internacional, com produção de Camilla Ribas e Gustavo Toledo.
Charles e Ray Eames, que revolucionaram as técnicas construtivas da marcenaria ao fazer uso de placas de madeiras curvas (em peças como as cadeiras Lounge Chair e Plastic Chair), concentrariam seu trabalho, entre as décadas de 1950 e 1980, na produção de surpreendentes curtas-metragens.
Parte brilhante e pouco conhecida da obra dos Eames, os filmes inovam pela diversidade e profundidade dos temas abordados, pela estética e uso criativo das possibilidades oferecidas pela câmera, assim como pelos diversos materiais envolvidos nas filmagens e por seu notável teor educativo por meio da linguagem e do olhar artísticos.
Entre os vários enfoques escolhidos na seleção dos filmes, a qualidade técnica e linguagem sofisticada (e ao mesmo tempo simples) de filmes como “Blacktop” e “Toccata for Toy Trains”, o conceito abstrato das potências de 10 (”Powers of Ten”) ou a expansão do Império Romano vivificada num mapa que se expande e contrai (”Atlas”). Ainda na mostra, filmes produzidos para exposições (IBM Mathematics Peep Shows, Copernicus, The World of Franklin and Jefferson), e o documentário “901: After 45 Years of Working”, que retrata a vida e a obra do casal por meio do registro de seu local de trabalho em Venice, Califórnia, e do fechamento do escritório após a morte de Ray em 1988.
No programa estão 25 curtas-metragens divididos em cinco eixos temáticos: Panorama 1 – Filmes Científicos; Panorama 2 – Charles e Ray Eames, Panorama 3 – Filmes Históricos, Panorama 4 – Design e Panorama 5 – Filmes Experimentais.
Os locais, datas e horários de exibição são os seguintes:
São Paulo - 6 a 9 de março - Local: Caixa Cultural - Praça da Sé, 111, auditório – (11) 3321-4400 / 3321-4406
Horário: Sessões às 13h, 15h e 17h (dias 6, 7 e 9); 12h, 13h30, 15h, 17h (dia
- Capacidade: 65 pessoas
Cláudia Jaguaribe e Tuca Vieira, entrevistados por Juan Esteves no 3° Paraty em Foco.
Tuca é fotógrafo da Folha de S.Paulo, teve uma das fotos mais disputadas no leilão e demonstrou o que eu chamo de “ócio produtivo” (fazer alguma coisa enquanto não se está fazendo nada…esperando, por exemplo).
